quinta-feira, 16 de abril de 2009
Formei, e agora?
Com o desemprego em alta no Brasil, o diploma universitário não é sinônimo de emprego garantido. O mercado de trabalho está cada vez mais exigente quanto a qualificação profissional. Houve um crescimento no desemprego entre os recém-formados de 5,4 pontos percentuais entre o período de 2001 a 2003. Só em 2003, a porcentagem chegou a 30,7%. Esses índices, retratam cada vez mais a exigência do mercado de trabalho. O diploma realmente não é mais uma garantia de trabalho, mas contribui na hora da seleção. O importante é que os formandos não se acomodem. É essencial que os novos profissionais busquem um diferencial. Isto é a grande exigência do mercado. Muitos formandos se deslocam para outras cidades em busca de empregos, mas para isso o formando tem que se afastar dos grandes centros urbanos. O estágio extracurricular é um fator que faz a diferença na hora da contratação. Mas o estágio vai mais além, serve para ter um contato direto com o trabalho. E é importante que o aluno aproveite muito, para chegar bem preparado no emprego.
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